O trio dirigiu-se para o hangar da Academia Zenith, a sua miss?o agora clara e o seu destino definido. Assim que entraram na Fénix Dourada, o pergaminho, que Moisés segurava, brilhou intensamente. A nave, ligada ao poder do seu mestre e aos artefactos que ele possuía, leu imediatamente as coordenadas estelares gravadas em luz e, sem necessidade de uma ordem verbal, descolou em dire??o ao seu alvo.
Três horas mais tarde, a escurid?o do espa?o deu lugar a um pequeno e rochoso planetoide, dominado por uma única e colossal estrutura que brilhava com luzes de néon e hologramas.
"Olha, chegámos! Parece que é aquele ali", disse Maria, apontando para a constru??o.
A Fénix Dourada preparou-se para aterrar, pousando suavemente numa plataforma de aterragem designada, ao lado de dezenas de outras naves de formas e tamanhos exóticos. Assim que desceram, Moisés e os seus amigos foram em dire??o à entrada principal da Arena de Vorlag, um arco gigantesco de onde emanava o som de multid?es e música.
à entrada, uma figura imponente e musculada, com a pele bronzeada e uma armadura dourada e ornamentada, esperava por eles com um sorriso acolhedor.
"Sauda??es, estranhos! Prontos para testar as vossas for?as?", disse ele, a sua voz um trov?o amigável. "Eu sou Vorlag, o organizador deste torneio."
"Viemos aqui precisamente para o torneio", respondeu Rick, com o seu tom arrogante habitual.
"Excelente escolha...", come?ou Vorlag, mas a sua frase foi interrompida levemente quando os seus olhos se fixaram no Martelo Adormecido que Moisés carregava. Uma centelha de reconhecimento brilhou no seu olhar, e ele pensou imediatamente que a runa que guardava há tanto tempo talvez tivesse finalmente encontrado o seu verdadeiro propósito. Ele disfar?ou rapidamente a sua surpresa. "Venham por aqui, por favor."
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O grupo seguiu Vorlag até à entrada da arena principal. E foi ent?o que a viram. Do outro lado da área de espera, encostada a uma coluna, estava Mariana, a observá-los com um sorriso trocista.
"Moisés... olha lá. O que é que ela está a fazer aqui?", perguntou Maria, a sua voz um sussurro chocado.
"Essa n?o...", murmurou Moisés. "é a Mariana. Mas como é que ela nos descobriu?"
Vorlag, notando a tens?o, interveio. "Ah, a outra equipa! Que bom que já se conhecem. Este é um torneio amigável, uma celebra??o da for?a e da coragem entre os puros de cora??o, que se desenrola todos os anos até haver um vencedor. Até agora, só temos as vossas duas equipas inscritas."
Ele levou-os até ao centro da arena, explicando as regras. "A vossa jornada para a glória terá três fases. O primeiro desafio consiste num percurso de parkour extremo. Apanhem todas as bandeiras espalhadas pelo percurso dentro do tempo limite e estar?o qualificados para a próxima fase."
"O segundo desafio", continuou ele, o seu sorriso a alargar-se, "será uma batalha de equipas. Um lado da arena para cada equipa. O objetivo é simples: a última equipa a ficar de pé, vence. Uma prova de for?a, estratégia e trabalho de equipa."
"Por fim", concluiu Vorlag, com um brilho misterioso nos olhos, "a equipa vencedora enfrentará um teste final, cuja natureza n?o será revelada agora."
O trio assentiu, a sua aten??o dividida entre as regras do torneio e o olhar desafiador de Mariana do outro lado da arena. A ca?a à runa tinha-se transformado numa corrida direta contra a sua mais recente e mais pessoal inimiga, com um confronto inevitável já no horizonte.

